Em seu desenvolvimento, a arquitetura e a decoração buscam resultados que envolvam beleza, conforto e funcionalidade, elementos que concorrem para o bem estar do ser humano em seu espaço. O vitral, foi criado há mais de onze séculos atrás, em países do Oriente, é feito de pequenos pedaços de vidros coloridos, recortados e unidos entre si, usando perfis de chumbo (técnica tradicional) ou fita de cobre posteriormente soldada com estanho (Tiffany), formando desenhos ou composições.
É tão antigo que precede o próprio vidro, pois em épocas remotas já cobria vãos de janelas com lastras de pedras translúcidas em cores tímidas, decorando-os numa expressão artística que evoluiria com o surgimento do vidro, atravessando milênios e perpetuando-se através das obras, singelas ou magníficas, de artistas cativados por esta arte mágica de colorir com a luz. Os vitrais trazem a mágica das transparências e das cores, valorizando interiores e fachadas com peças executadas a partir de
projetos exclusivos, no encontro da solução inteligente para o fechamento de portas, janelas, boxes, divisórias, pisos, rebaixamento de forros e tetos, letreiros artísticos, vitrines e outros espaços.
A técnica clássica de fabricação de vitrais utilizava chumbo nas junções. A cor das peças de vidro era obtida pela adição de substâncias como o bismuto, o cádmio, o cobalto, o ouro, o cobre e outros à massa de vidro em fusão. Por conta disso, os vitrais apresentavam problemas de estrutura (fragilidade, deformação, corrosão), manutenção difícil e custo elevado.
Atualmente existem técnicas mais avançadas para a produção de vitrais, de grande valor estético, como o vidro soldado com fita de cobre e metais leves, como o estanho, o zinco, o cobre, o alumínio e a resina de poliéster, aplicada sobre vidro ou chapas acrílicas.